Após má-fase no Real Madrid, Endrick renasce como esperança de gols do Brasil no Mundial

A esperança do hexa para o Brasil passa muito pela confiança que os brasileiros têm no potencial de Endrick. O menino de 19 anos desperta mais o clamor do to...

Após má-fase no Real Madrid, Endrick renasce como esperança de gols do Brasil no Mundial
Após má-fase no Real Madrid, Endrick renasce como esperança de gols do Brasil no Mundial (Foto: Reprodução)

A esperança do hexa para o Brasil passa muito pela confiança que os brasileiros têm no potencial de Endrick. O menino de 19 anos desperta mais o clamor do torcedor que outros craques consolidados da Seleção Brasileira. O sucesso do atleta, que passou por uma má-fase após trocar o Palmeiras pelo Real Madrid, reacendeu a expectativa para a Copa do Mundo 2026. Mas como um jogador que nem estava sendo convocado ganhou os holofotes? Desde as categorias de base do Palmeiras, Endrick já era visto como uma futura estrela do futebol brasileiro. Aos 17 anos, foi campeão brasileiro pelo Verdão com desempenhos decisivos no torneio. Após se transferir para o Real Madrid, o jogador ficou no time reserva, por disputar posição com o francês Mbappé, um dos melhores do mundo. Apesar disso, o garoto foi destaque no time e marcou gol em momentos importantes da sua primeira temporada em solo espanhol.  Com a camisa da Seleção Brasileira, não podia ser diferente. Nas poucas oportunidades que teve, o jovem camisa nove entrou e decidiu jogos contra as seleções da Inglaterra e da Espanha, roubando a atenção do mundo inteiro. Desde então, surgiu um apelo popular pela titularidade do atleta com a amarelinha, mas acabou não sendo atendido. Ele se lesionou e perdeu espaço no Real Madrid e no Brasil. No início de 2026, Endrick foi emprestado para o Lyon. No novo clube, partiu com tudo em busca do renascimento e do retorno à Seleção. E com 16 participações em gol, nos 21 jogos pelo time francês, reconquistou espaço na equipe de Carlo Ancelotti. Bastaram poucas oportunidades, em amistosos contra Croácia e Egito, para ele mudar o rumo das partidas e garantir a vitória brasileira com gol e assistência.